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PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO

A PSICOLOGIA DO TRABALHO COMEÇOU SEUS TRABALHOS NUMA PRIMEIRA FASE INDUSTRIAL, MAS HOJE DESTACA-SE UMA PERSPECTIVA CRITICA

PSICOLOGIA CLÍNICA

A PSICOLOGIA SE CONSOLIDOU NO CONTEXTO MÉDICO, A GRANDE DEMANDA E INTERESSE POR PARTE DOS PSICOLOGOS, MUITA DAS VEZES SE CONCENTRA NO ESPAÇO DA SAÚD

PSICOLOGIA EDUCACIONAL

A NECESSIDADE DE ENTENDER SOBRE SENTIDOS, SIGNIFICADOS, TÉCNICAS E ESTRATÉGIAS PARA INTERVENÇÃO NO CONTEXTO EDUCACIONAL

FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA

PARA UMA BOA FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA DEVE-SE TER UMA BOA SOLIDIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS AUTORES E TEORIA DA PSICOLOGIA

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Análise: Frida Kahlo

Análise, a partir do filme “Frida Kahlo”, assim como das obras elaboradas pela Frida, com o intuito de entender sobre o conceito de projeção, e seus conflitos inconscientes. Por isso é proposto neste trabalho, não apenas analisar as obras de arte da Frida, mas como as cenas que apresenta os devaneios da pintora, enfatizando o simbolismo apresentado no filme. Portanto, para análise do filme e das obras, será utilizado o texto de Anzieu (1979), “O conceito e projeção em Psicologia”, em que trata sobre a conceituação da projeção desde sua utilização na física, até a sua utilização na Psicologia, sendo mais especifico a Freud, pela Psicanálise.

Testes Psicológico

O texto discute sobre os testes psicológicos, em que é um tipo técnica da avaliação psicológica (métodos para descrever e classificar o comportamento dos outros, com a finalidade de enquadrar numa tipologia). A avaliação não-profissional remete a habilidade de decodificar o comportamento verbal e não-verbal dentro de categorias. A avaliação profissional permite avaliar o comportamento de forma mais precisa, para tomar decisões que afetam a vida das pessoas. Tornou-se necessário um perito na área (psicólogo). Historicamente o inicio foi no século XX com Spearman e Binet, com a teoria da Psicometria, e o teste de aptidão para crianças. Redução da avaliação psicológica aos testes psicológicos acarretou em criticas contra os testes, e a contaminação contra todo tipo de avaliação. Avaliação psicológica profissional deve ser constituir num processo integrado, com técnicas para diagnosticar o problema, visando à intervenção. O processo de avaliação consiste em identificar, integrar, inferir e intervir.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Processo diagnóstico tipo compreensivo


O processo diagnóstico é a forma resultante de determinada organização e estruturação dos elementos de um estudo de caso, realizado segundo certa concepção diagnóstica. O psicodiagnóstico é classificado em Processo Psicométrico (é aquele que tem, no psicólogo, um simples aplicador e avaliador de testes psicológicos, cuja finalidade é auxiliar o trabalho de outros profissionais, já o instrumento psicométrico é desenvolvido a partir da matemática e da estatística); Processo Comportamental (é prioridade os dados de observação objetiva, com exclusão de apreciações a respeito do mundo interno, sendo como referencia a Psicologia da Aprendizagem ou Experimental); Processo Psicanalítico (a Psicanálise constitui-se em modelo de trabalho para os profissionais que utilizam este processo, sendo que a concepção predominante é de que o diagnóstico deve configurar uma espécie de antevisão dos fenômenos que a prática psicanalítica bem-sucedida encontraria no paciente); Processo baseado no modelo médico (transposição para o diagnóstico médico, vindo do diagnóstico clinico da medicina, sendo que toma a vida emocional, como é empregado com organismo); Processo compreensivo (série de situações que inclui, o aspecto de encontrar um sentido para o conjunto das informações disponíveis, tomar aquilo que é relevante e significativo na personalidade, em que tem seus fatores estruturantes).

terça-feira, 8 de abril de 2014

Passos do processo psicodiagnóstico


O processo psicodiagnóstico é um processo científico, que parte de perguntas especificas, cujas respostas se estruturam em hipóteses que serão confirmadas ou não. O ponto de partida é o encaminhamento, com pressuposição de algum problema com explicação psicológica. O esclarecimento e a organização das questões do encaminhamento são responsabilidade do psicólogo. Os objetivos iniciais do psicodiagnóstico dependem das perguntas iniciais. A partir dos dados do psicodiagnóstico, é possível atender os objetivos do prognóstico e de prevenção. Após levanta a primeira ou segunda entrevista, há condições para estabelecimento com base na hipótese, e realizar contrato de trabalho.

O conceito de projeção em psicologia

Em 1939, Frank utilizou a expressão “métodos projetivos” para explicar o teste de associação de palavras e Jung (1904),  testes de manchas de tinta de Rorschach (1920) e T.A.T. (teste de invenção de histórias) de Murray (1935). Frank mostrava que tais técnicas formam o protótipo de uma investigação dinâmica e global da personalidade, ou seja, aborda a personalidade como uma estrutura em evolução, cujos elementos constitutivos se encontram em interação. O termo aplicado por Frank, sobre projeção, se aproxima de teste, em que o sentido das palavras, no dicionário Robert, se aproximam. Num primeiro sentido, a palavra denota uma ação física, por exemplo, um lançamento de projéteis. Já Freud, destaca que a paranóia consiste em expulsar a consciências os sentimentos repreensíveis, atribuindo-os a outra pessoa.  No segundo sentido, é matemático, em que se encontra na geometria projetiva, em que a projeção estabelece correspondência entre um ponto do espaço e um ponto de uma superfície. O terceiro sentido da palavra “projeção”, tem origem na ótica, em que uma projeção luminosa envia raios sobre a superfície.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

A atenção ao doente de câncer


O texto trata do câncer, como um desafio tanto para a psicologia quanto para a saúde pública, destacando suas interfaces e consequências para o doente e sua família. Discute a relação entre o câncer e a condição social: ao contrário do que se presume tal doença não é totalmente imparcial, pois é verificada sua maior incidência em populações que estão mais próximas da linha da pobreza, são estas as mais vulneráveis, pois, são as que menos se previnem e as que obtêm o diagnóstico mais tardiamente, e é justamente o câncer que pode ser evitado (de pele, pulmão) o mais frequente. Sobre esse ponto, o texto critica que os sistemas e programas de tratamento oncológico são considerados ineficientes, no entanto, o problema não está na eficiência ou na falta dela e sim na má distribuição dos recursos, assim, boa parte dos pacientes deixam de ser atendidos adequadamente. Há ainda, a questão da insuficiência de profissionais nas redes públicas; e o fato de que estudos e pesquisas relacionadas à oncologia estão voltados para a população acima de 60 anos e, no entanto, há um número expressivo de pacientes considerados jovens, e faz-se necessário levar em consideração que a doença afeta jovens adultos e pessoas “mais velhas”, isto é, acima dos 60 anos, de maneira diferente. Tendo em vista esses aspectos, o objetivo do texto foi apresentar os pontos considerados importantes em torno do câncer no âmbito da saúde pública, para que haja compreensão do que é ser doente oncológico no Brasil e qual o papel da psicologia nesse contexto.

O cuidado na vivência do doente de câncer

Trata-se de um estudo na perspectiva fenomenologica, sobre o cuidado do doente de câncer. Sobre esse ponto, o texto apresenta a definição de cuidado ao longo da história, porém da enfoque a este tema, com a visão de Heidgger. O termo cuidado tem origem no latim coera, o que para nós seria algo semelhante à cura. Era utilizado para relações de amor e amizade, como uma forma de preocupação. Ao longo da história, ocorreram varias transformações quanto à utilização desta palavra, esta variação se deu de acordo com o contexto histórico, ora sendo utilizado como auxilio da razão, como para Platão, ora como dádiva divina, como para Epicteto. Durante a Antiguidade, a base para o cuidado estava em projetos existênciais, os quais levariam o ser à condição de arte do bem viver [grifo da autora], em outras palavras, à felicidade. Mais adiante na história, encontramos a definição de Heidgger para o cuidado, o qual, de forma resumida, seria aquele que molda o homem, cria as relações entre humanos e gera a condição de humanidade. Nesta perspectiva, o homem é o ser-no-mundo, ou ser-ai, e este homem do presente é o resultado de seus projetos existenciais feitos no passado, e o inicio do projeto existencial futuro – a autora afirma que somos criadores e criaturas em nosso nível ontológico. Neste capitulo, cita uma passagem de Higino, presente também na obra Ser e Tempo de Heidegger, onde há uma perspectiva do cuidado, querendo demonstrar que nós como seres no mundo, estamos abertos a várias possibilidades, as quais vão sendo aderidas de acordo com nossas escolhas e com as interações com outros, tudo à luz do cuidado; cuidar, segundo a autora, é projetar com responsabilidade.

O sofrimento psicológico nos profissionais de saúde na atenção ao paciente de câncer

O número de casos de câncer vem aumentado por causa do aumento da expectativa de vida, aumento de hábitos de vida que tem mais predisposição e desenvolvimento na área de oncologia (mais diagnósticos). Apesar dos avanços, a baixa qualidade de vida de quem o porta ou a mortalidade ainda é grande, por isso o câncer continua relacionado com sofrimento, mutilação, dor e morte, na nossa cultura. É importante ressaltar que existem tratamentos eficazes, mas essa ideia de morte eminente está tão enraizada que não muda. Imbaut-Huart (1985) diz que investimos em uma doença a nossa angustia pela fragilidade humana, nossa impotência diante da doença e morte. O câncer se torna um mal que não encaramos, mas negamos e afastamos do nosso horizonte. Helman (1994) explicita que o câncer virou, em nossa sociedade, uma metáfora do mal, portador de poderes malignos, que destrói o corpo humano e a sociedade. A questão levantada foi sobre que sentimentos esses profissionais (médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e outros), que lidam com pacientes graves de câncer e com a morte, têm nesse dia-a-dia e como convivem com isso.

Câncer de mama e sofrimento psicológico


Trata-se de um estudo sobre o câncer de mama e identidade feminina, o qual aponta que o diagnóstico de câncer ou neoplasia maligna tem um efeito devastador. Sobre o câncer de mama, o texto apresenta historicamente a interpretação, o significado e a identidade feminina. Com base no exposto o câncer é uma ameaça que pode abalar a identidade feminina, ou seja, o sentimento que fundamenta a existência da mulher. Ressalta-se a importância do estudo porque a incidência do câncer vem aumentando, sendo que após os 35 anos, a ocorrência é rápida e progressiva. Tendo em vista esses aspectos, o objetivo do estudo foi levantar pontos de reflexão que se relacionam aos significados culturais e do seio enquanto ícone da identidade feminina. Discute também que a relação entre a mulher com o câncer e seu tratamento é emblemática. No câncer de mama, o principal fator que dificulta o tratamento é a doença diagnosticada em estágio avançado. A escolha do tratamento é embasada na idade, estágio da doença, características do tumor, situação da menopausa e níveis de receptores de hormônios femininos. O tratamento primário do câncer é a mastectomia, que trata da intervenção cirúrgica restrita ao tumor até a retirada da mama, já os tratamentos complementares abordam a radioterapia, quimioterapia e hormonoterapia. O texto aborda historicamente sobre o câncer de mama, que no século IV a.C, era considerado o mal que acaba com as energias, desde a menstruação a morte.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Avaliação Psicológica no contexto Organizacional e do Trabalho

A avaliação psicológica é um procedimento que visa avaliar, através de instrumentos previamente validados para a determinada função, os diversos processos psicológicos que compõe o indivíduo, sendo o psicólogo o único profissional habilitado por lei para exercer esta função. Já neste principado podemos refletir sobre o papel da avaliação em dar valor e classificar o ser humano, é plausível pensarmos que avaliação psicológica não consegue avaliar o ser humano num todo, sendo já uma critica a ser pensada e refletida, todavia está consegue avaliar o ser humano num período  num contexto, e numa competência e habilidade, portanto é pertinente pensar avaliação psicológica não como um fim, mas como um meio para se obter resultados.
Os temas psicológicos são classificados em categorias: Inteligência; Psicomotricidade; Funções Neuropsicológicas; Personalidade; Desenvolvimento; Interesse/Motivações/Valores. Assim como são agrupados em áreas: Psicologia Clinica; Psicologia da Saúde ou Hospitalar;  Psicologia Escolar; Neuropsicologia; Psicologia Forense; Psicologia do Trabalho; Psicologia do Esporte; Social ou Comunitária; Psicologia do Transito; Orientação ou Aconselhamento ou Vocacional.

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